Tragédia em Almada: avó da bebé esquecida em carrinha revela detalhe que pode mudar investigação

A investigação à morte da bebé de 18 meses, esquecida durante várias horas numa carrinha escolar em Almada, ganhou novos contornos após as declarações da avó da criança.

A familiar revelou um detalhe que levanta novas perguntas sobre o percurso da menina e sobre a forma como a situação só terá sido detetada várias horas depois.

Bebé morreu em carrinha de creche

A criança foi encontrada já em estado grave no interior de uma viatura ligada à creche que frequentava, em Almada.

Apesar das manobras de reanimação realizadas no local, não foi possível salvar a bebé.

O caso está a provocar enorme consternação.

 

 

Avó revela novo detalhe

Segundo a avó da menina, a viatura onde a criança foi encontrada não estaria estacionada no infantário que a bebé frequentava habitualmente.

A familiar afirmou que a neta deveria ter sido levada para outra unidade, mas acabou por permanecer numa instalação diferente da mesma instituição.

A declaração pode tornar-se relevante para a investigação.

 

 

Criança teria sido entregue de manhã

A avó garante que a bebé foi entregue de manhã à funcionária responsável pela carrinha.

Segundo a familiar, este era um procedimento habitual há mais de um ano, com a criança a ser transportada diariamente da mesma forma.

Por isso, a família questiona como foi possível que ninguém se tivesse apercebido da ausência.

 

 

Registo de entrada levanta dúvidas

Outro ponto destacado pela avó prende-se com o alegado registo de entrada da criança.

A familiar afirma que existia sempre um controlo quando a menina chegava ao infantário, o que aumenta as dúvidas sobre o que falhou naquele dia.

A família continua sem respostas.

 

 

Mãe percebeu ausência ao fim do dia

De acordo com as informações conhecidas, a falta da bebé só terá sido detetada quando a mãe chegou para a ir buscar.

Nesse momento, nenhum funcionário terá sabido explicar onde estava a criança, até que esta acabou por ser encontrada no interior da viatura.

O desespero instalou-se de imediato.

 

 

“Mataram a minha neta”

Ainda muito emocionada, a avó da bebé deixou palavras duras sobre o sucedido.

“Não sabemos porquê que a minha neta foi deixada numa carrinha nesta instituição, que não é a dela (…) a pessoa que tem a carrinha matou a minha neta.”

A frase mostra a dor da família e a revolta perante uma tragédia que continua sem explicação completa.

 

 

Autoridades investigam circunstâncias

A Polícia Judiciária está a investigar o caso.

As autoridades procuram agora perceber como a bebé permaneceu tantas horas no interior da carrinha e que falhas poderão ter ocorrido no transporte, na entrega e no controlo da presença da criança.

A investigação deverá apurar responsabilidades.

 

 

Meios de socorro foram chamados

O alerta foi dado durante a tarde.

No local estiveram bombeiros, PSP, INEM e uma viatura médica, mas a criança acabou por não resistir.

A morte da bebé deixou familiares, amigos e comunidade local profundamente abalados.

 

 

Família exige respostas

A avó garante que a família continua sem explicações claras.

A familiar critica duramente os responsáveis pelo transporte da criança e defende que alguém terá de responder pelo que aconteceu.

A dor mistura-se com a necessidade de perceber a verdade.

 

 

Caso abala Almada

A tragédia está a causar grande comoção em Almada e no país.

A morte de uma bebé esquecida durante horas numa viatura escolar levanta perguntas sobre os procedimentos de segurança no transporte de crianças e sobre os mecanismos de controlo nas instituições.

O caso promete continuar a ser acompanhado pelas autoridades.

 

 

Investigação pode mudar de rumo

O detalhe revelado pela avó — a possibilidade de a carrinha estar numa instalação diferente daquela que a criança frequentava — poderá ganhar importância nos próximos dias.

A família quer perceber porque a bebé não foi entregue no local certo, porque não foi registada a sua ausência e como pôde permanecer tantas horas esquecida.

Neste momento de profunda dor, ficam as perguntas, a investigação em curso e a exigência de respostas para uma tragédia que nunca deveria ter acontecido.

Deixe um comentário